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terça-feira, 19 de novembro de 2013

ORTLIEB - alforjes e bolsa

A RIO BIKE já está oferecendo alforjes e bolsas da alemâ ORTLIEB, no Brasil;  tanto para pronta-entrega do estoque no Rio de Janeiro quanto sob encomenda de modelos e cores que não tenhamos para entrega imediata.




loja online: clique aqui

estamos atualizando esta página  (com informações de modelos, tipo de fixação, aplicação, etc)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

CTB de Bolso - Ciclistas e o Código de Trânsito Brasileiro, Direitos e Deveres

Ciclistas e o Código de Trânsito Brasileiro
Direitos e deveres
Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997



 

O Código de Trânsito Brasileiro, em 1998, tratou a bicicleta como deveria, colocando-a como veículo de propulsão humana e implantando o direito do ciclista de trafegar pelas ruas e estradas das cidades e do país.
Assim, ganhamos DIREITOS e DEVERES quanto ao seu uso, dando comprometimento ao ciclista de também se prevalecer de cuidados para não infringir as leis.

Claudilea Pinto fez uma coletânea dos artigos do CTB que fazem referência aos ciclistas, com ajuda de interpretação do Sr. Eloir O. Faria, Engenheiroda Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro.


edição: Transporte Ativo
dezembro de 2010
download:  baixe o CTB de Bolso clicando aqui




terça-feira, 17 de julho de 2012

Bicicletas Elétricas na Europa: nova diretrizes RoHS II

A partir de 2 de janeiro de 2013,  todas as bicicletas elétricas (e assistidas por motor até 25 km/h e uma potência de motor de até 250 W terão de estar de acordo com as novas diretivas do RoHS II.

Isto significa que os fabricantes deverão assegurar e, se questionados, provar que nenhum componente de chumbo, cádmio, crómio hexavalente, bifenilos polibromados (PBB) e éteres difenil polibromados (PBDE)  tenha sido utilizado, tanto componentes elétricos quanto eletrônicos.
Consequentemente, o selo CE somente será utilizado em bicicletas elétricas (ou pedelecs) que estejam em conformidade com máquine, EMC e as diretivas RoHS II.

Na prática será mais uma proteção aos fabricantes europeus, que já tinham este cuidado e concorriam com bicletas de tecnologias antigas e, portanto, mais poluidoras.




O link da matéria no site www.bike-eu.com :
 http://www.bike-eu.com/Sales-Trends/Product-trends/2012/7/E-bikes-To-Be-Excluded-from-European-RoHS-II-Directive-BIK005943W/?cmpid=NLC|Bike%20Europe|03-jul-2012|E-bikes%20To%20Be%20Excluded%20from%20European%20RoHS%20II-Directive 







sábado, 14 de julho de 2012

TAGA ou ZIGO ?

Após representarmos a TAGA Bike no Brasil durante 4 anos,  fomos convidados, em 2011, a representar a ZIGO.
Em um primeiro momento pensávamos em produtos iguais e, de certa forma, concorrentes...
Estudamos cuidadosamente ambos conceitos e funcionalidades, tanto numa perspectiva técnica e tecnológica, quanto sua aplicação na mobilidade  e atividades ao ar-livre de crianças e adultos.

Concluímos que são diferentes sob todos os aspectos e assim, temos efetivamente duas alternativas fantásticas para pais & filhos !


 ZIGO:
 










  TAGA:











 Algumas observações :

A TAGA é uma bicicleta & stroller (carrinho de bebê), facilmente conversível, com uma estrutura um pouco menor, porém não é possível dobrar para guardar (seja em casa, seja para transportar no carro);  é possível separar os componentes, mas mesmo assim as dimensões não permitem guardar facilmente no carro.
A  ZIGO  é uma bicicleta e um ChildPod (um carrinho que permite várias fomas de uso), que se acoplam facilmente, ou sejam facilmente guardados, pois são dobráveis e separados.

A TAGA utilizada como stroller permite crianças até 15kg e para pedalar crianças até 25kg.
A ZIGO permite crianças até 36kg.
Ambas estão previstas para adultos na bicicleta com 100kg.

Pelo formato mais compacto a TAGA oferece maior conforto e agilidade quando deseja-se pedalar até um comércio (lojas, shoppings, etc) e então utilizar a TAGA como um carrinho empurrando-o nos corredores e pátios.
A ZIGO, apesar de ser um processo simples e fácil, necessita de mais tempo para separar a bicicleta do ChildPod.  O ChildPod pode ser utilizado como um carrinho de bebê/criança (até 36kg !), porém a bicicleta deverá ficar em um bicicletário.

A ZIGO, pela possibilidade de desmembrar seus componentes, oferece um conjunto que permite o adulto utilizar a bicicleta (com marcha de 3 ou 7 velocidades) como uma bike urbana normal.
Na TAGA somente é possível pedalar como um triciclo; pode-se retirar facilmente a cadeirinha, porém as 2 rodas dianteiras fazem parte do triciclo.

O ChildPod da ZIGO pode ser utilizado como um carrinho tipo stroller (com 2 rodas pequenas, de 8" de diâmetro, na frente e as 2 grandes atrás),  como um jogger para caminhadas e jogging em terrenos irregulares ou em velocidades mais altas,  e ainda pode ser utilizado como um trailer em outra bicicleta.

Os pesos de ambos, quando montados, são equivalentes :
TAGA:  30/35kg  (sem e com a cadeirinha da criança)
ZIGO:  34kg (childpod=18kg + bicicleta=15,5kg)

A largura total, às vezes importante para facilitar a passagem em locais e portas mais estreitas:
TAGA: 73cm
ZIGO: 80cm


 Qual é a melhor opção ?

Como é possível perceber, são conceitos diferentes para usos diferentes.
O importante, na escolha de qual adquirir: levar em consideração as respostas para:

a)  Qual idade e peso da criança ?
b)  Onde pretendo passear ?
c)  Quais os locais que pretendo levar a criança ?
d)  Qual a flexibilidade, na utilização do triciclo/bicicleta, que gostaria de ter ? (p.ex. é importante poder utilizar a bicicleta independente do carrinho, preciso fazer compras e também levar à escola, preciso guardar no porta-mala do carro, etc)


 Vídeos:


Zigo:



Taga:

 atualizado em 14.7.2012
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Carregador de Bateria para Bicicletas - Light Charger



Celulares
Smartphones
iPhone ® 3, 4, 4s 
iPods ® 
MP3 

simplemente conecte-os na porta USB,
 e você poderá carregar a bateria enquanto pedala !
 
O Light Charge está atento ao desperdício:
sua premissa é a de produzir energia útil ao invés de carregar o máximo de energia possível.
















Resultado:  O aparelho eletrônicos pode ser recarregado, mesmo em baixas velocidades, e por isto sem muito esforço.
Portanto, mesmo pessoas com pouco preparo físico, como idosos, podem aproveita a tecnologia do Light Charge.

Aplicada a um dínamo, a 13 km/h, o aparelho produz energia, que permite carregar a maioria dos dispositivos eletrônicos.

Mas pode facilitar a utilização do dínamo, aumentando a sua cabeça de 20mm para 28mm com um inserto de borracha,  reduzindo o efeito de frenagem.


Facilidade de utilizar o Light Charge, fácil instalação, baixíssimo peso e possibilidade adicional de alimentar o farol e a lanterna traseira,  o Light Charge é uma opção inteligente ao ciclo-turismo e ao ciclista urbano !


Por quê é inteligente ?
  + O Light Charge controla a carga de energia de alimentação do aparelho eletrônico;
  + Elimina o uso de baterias e pilhas das lanternas e faróis da bicicleta, pois poderão ser utilizados os modelos que são alimentados diretamente pelo dínamo;
  + É possível controlar no guidão o acendimento de farol, lanterna e do carregador de bateria;
  + Produto "ecológico": por não poluir o meio-ambiente pois elimina pilhas, baterias dos faróis e lanternas e evita que os aparelhos eletrônicos seja recarregados na tomada !


O custo de aquisição compensa ?

Pensando na economia de aquisição de pilhas e baterias (dos faróis e lanternas) e na liberdade (autonomia) que proporciona ao ciclista,  definitivamente o investimento vale a pena.

Uma alternativa seriam os carregadores com células fotovoltaicas (carregador solar); porém, a eficiência é menor, além de não serem possíveis de utilizar a noite !   Outra desvantagem dos carregadores solares verifica-se nos dias nublados ou de chuva....  E sem esquecer:  o seu material é poluente e de menor vida-útil (durabilidade) que o Light Charge !

Por ser um produto fabricado na Itália, a sua vida-útil é superior, os impactos ao meio-ambiente durante sua fabricação são mínimos, e seus componentes são recicláveis !

Em um novo mundo, preocupado com o impacto ao meio-ambiente de cada indivíduo,  o LightCharge  auxilia, sem dúvidas, na redução deste impacto e da poluição.













atualizado em 12.7.2012



 



quinta-feira, 1 de março de 2012

Pedalando com Crianças - equipamentos e acessórios


Nos passeios e padaladas com minhas filhas observo que muitos pais ficam olhando e, principalmente, surpreendem-se com a dedicação e interesse das meninas por bicicletas, patins, patinete e skate.
Lembrando que elas têm 6 anos e 4 anos.

Com o post no Blog Cicloturista (leia aqui) animei-me em sugerir vários equipamentos e acessórios para pedalar com as crianças.
Há inclusive idéias geniais para passear com crianças especiais, deficientes físicos ou intelectuais.

Gostaríamos de "apresentá-los" :


Trailer para Crianças - passeios com bicicleta ou em caminhada/jogging :






Trail-Gator - barra que conecta a bicicleta da criança com a do adulto :






Zigo - bicicleta + carrinho + bike-pod :







Taga - bicicleta + carrinho :






Runna - bicicleta de balança, em madeira :






Cadeira para Crianças acima de 5 anos - montagem no quadro :



Cadeira para Crianças - montagem no quadro (tubo superior) :






estaremos atualizando este post, com mais detalhes e sugestões.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Fita Anti-Furo evita acidente com pneu de moto e bicicleta

Prevenção, economia e segurança são itens do produto que garante 95% de proteção

As cenas de imprudência com motos, carros e bicicletas se repetem no trânsito da capital diariamente. Em São Paulo existem cerca de 150 mil motoboys, segundo o Sindicato dos Motociclistas de SP, e 250 mil pessoas que utilizam a bicicleta como meio de transporte, de acordo com a Prefeitura de SP. Motos e bikes que garantem mais rapidez e geram empregos, e que também causam acidentes: morrem por ano cerca de 380 motoqueiros, segundo a CET.
Paralelamente aos acidentes, a frota total de motos atual chega a 652,5 mil motos, segundo dados do Detran. E esses números só aumentam, de acordo com a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores, as vendas de motos aumentaram 18,57% nos primeiros três meses deste ano. Foram emplacadas 435.728 unidades de janeiro a março de 2008, contra 367.499 nos mesmos meses do ano anterior.



Com o objetivo de atenuar as estatísticas no que se refere a acidentes ocasionados por furos nos pneus, principalmente nos dianteiros, o empresário Pedro Osvaldo Scattone desenvolveu a Fita Anti-Furo Sttone´s.
O produto garante ao motociclista e ao ciclista maior segurança pois protege em até 95% a câmara contra a ação de espinhos, pedras, vidros, pregos e outros objetos que ocasionam os furos.
A fita é de poliuretano, um produto com resiliência, elasticidade, resistente à abrasão, baixa deformação e resistência ao envelhecimento.
O produto pode ser usado nas motos com aro 18 ou até 200 cc.

O desenvolvimento da fita consumiu 4 anos de pesquisa. O primeiro produto foi elaborado para bicicleta e depois aperfeiçoado para motos. Cada fita para moto custa em média R$ 38 (por pneu) e para bike cerca de R$ 35 (o par) e ambas são reutilizáveis. O produto é colocado entre o pneu e a câmara.
Antes de ser lançada, o empresário testou junto a empresas de fretamento de motos e com ciclistas profissionais.

O ciclista Maikon Pontes dos Santos realizou uma viagem de ida e volta para a cidade de Aparecida do Norte (interior de São Paulo), rodando 360 km: “Passei por espinhos, pregos e pequenos metais pontiagudos e o pneu resistiu”, afirma. A empresa Logística e Distribuidora MF, testa há 3 anos as fitas em 28 motos.
De acordo com o mecânico Gilberto Ferreira, o retorno é ótimo: “O pneu roda muito mais sem furar e dessa maneira economizamos tempo sem ter motos paradas para conserto e temos evitado muitos acidentes pelo fato dos pneus estarem protegidos”, diz. Segundo o diretor administrativo do Centro de Defesa das Vítimas de Trânsito, Edson Arruda “todo produto que diminua ou evite acidentes de Trânsito, é sem dúvida bem vindo, pois é preciso fazer muita coisa no sentido de prevenção”. Além da prevenção, o objetivo da fita é o de baratear os custos de manutenção.

Um furo no pneu de uma moto – entre resgate e conserto - demora 2 horas com o custo médio de R$ 10 por pneu.


A família Scattone atua no mercado de bicicletas há 84 anos. A história começou com Oronzo Scattone que em 1908 começou a trabalhar com Luigi Caloi em uma oficina. Após aprender o ofício abriu sua própria oficina inaugurada em 1924. O filho Pedro Osvaldo que iniciou a atividade profissional, vendendo bicicletas personalizadas e acessórios como sinônimos de saúde e qualidade de vida.


comentário de um ciclista:


Salo
quarta-feira, 20 de agosto de 2008 - 03:27 PM

Na minha speed não aguentava mais trocar pneu, coloquei uma da zefal, um lixo, embolava dentro do pneu e gastava a camara, assim a furava direto, alem de ser mais cara. Comprei uma sttones e ja estou sem trocar pneu da speed a 2 meses, é mais leve que a zefal, mais elástica e não precisa trocá-la a cada desmonte de pneu.




Se deseja comprar, acesse a loja virtual da RioBike: www.riobike.com.br/loja


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